quarta-feira 20 de novembro de 2019

Juíza revoga prisão do vereador Nenzinho e pastor Ailton

A Juíza responsável pelo caso da rachadinha em Itabira revogou a prisão do vereador Weverton Júlio “Nenzinho” (PMN) e do ex-diretor da Câmara Municipal de Itabira Aílton Moraes. Eles estão presos desde o dia 02 de julho deste ano acusados de praticar a rachadinha na Câmara Municipal de Itabira.

O processo corre em segredo de justiça, teve alguns embaraços e a decisão foi tomada devido já ter quatro meses em que eles estão presos e não há possibilidades de proferir a sentença por falta de provas.

De acordo com a advogada do vereador Nenzinho Dra. Juliana Drummond, ” a prisão foi revogada para ter mais tempo de análise do processo para que a juíza possa dar uma sentença. Foram vários pedidos de habeas corpus, vários pedidos de liberdade, de revogação da prisão que foram nefastos, mas desta vez, graças a Deus, a gente viu que o trabalho foi conduzido da melhor maneira para que de forma justa chegasse na revogação da prisão”.

A revogação das prisões do ex diretor da Câmara Municipal de Itabira, Ailton Moraes e do Vereador, vem com uma série de “Medidas Cautelares” impostas pela Magistrada Dayane Rey da Silva, da 1ª Vara Criminal.As Medidas Cautelares são ações impostas pela justiça para que alguém possa por exemplo ser solto, como no caso. Para isso a Justiça determina algumas situações em que o réu deve obedecer/cumprir.

Ambos terão que comunicar a justiça qualquer mudança de residência, estão proibidos de ausentar-se da cidade por mais de sete dias sem a prévia autorização judicial. Também estão proibidos de se aproximar das testemunhas ou qualquer pessoa ligada diretamente ao processo, devendo manter uma distância de trezentos metros; não podendo manter contato com as testemunhas, por qualquer meio de comunicação (internet, telefone, carta, etc); bem como estão proibidos de acessar os prédios públicos da Câmara e da Prefeitura de Itabira.

Diante disso o vereador “Nenzinho” continua afastado da função pública de vereador e em caso de descumprimento das Medidas Cautelares, os dois estão sob pena de ter a prisão preventiva decretada novamente.

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